Se você já acessou este Blog antes, possivelmente irá querer ler o Capítulo 19.
Se é a primeira vez que você acessa este Blog, pode ser interessante ver o índice do livro, com links para os capítulos 1 a 17, 21 e 22, ou ver a nota do autor (inclusive com os comentários da minha mãe a respeito do vocabulário utilizado...), que explica a perspectiva do livro.
Também está disponível o Capítulo 18.
O Capítulo 20 será disponibilizado oportunamente.
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Capítulo XIX - Passei no vestibular e fui estudar Direito na USP.
Logo depois de começar a trabalhar como Oficial de Justiça eu me inscrevi em um cursinho preparatório para o vestibular. Escolhi o Anglo, situado na Rua Sergipe, no Bairro da Consolação. Fui fazer o cursinho à noite, porque durante o dia eu trabalhava. Não foi uma época fácil, porque não basta apenas ir às aulas: é preciso revisar toda a matéria dada em classe. Eu assistia a todas as aulas, raramente perdia alguma, anotava tudo. Mesmo quando o professor era ruim eu estava presente, porque sempre se aprende alguma coisa.
De uma maneira geral, o cursinho era bom, a turma era exigente com o nível dos professores. Tinha uma galera que sentava no fundo da sala e só queria zoar, como freqüentemente ocorre. Mas a maioria, como eu, estava lá para estudar e passar no vestibular.
Fiz amizade com uma garota nesse cursinho. Chegamos a ir ao cinema juntos, tentei dar uns beijos nela, mas ela recusou, alegando que tinha noivo.
Veio a primeira fase do vestibular para a USP (realizado pela FUVEST) e, como ocorrera nos anos anteriores, eu passei com larga margem de folga. O duro seria a segunda fase, já que nos dois anos anteriores eu tinha sido reprovado na segundo fase.
Mas na minha terceira tentativa
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De uma maneira geral, o cursinho era bom, a turma era exigente com o nível dos professores. Tinha uma galera que sentava no fundo da sala e só queria zoar, como freqüentemente ocorre. Mas a maioria, como eu, estava lá para estudar e passar no vestibular.
Fiz amizade com uma garota nesse cursinho. Chegamos a ir ao cinema juntos, tentei dar uns beijos nela, mas ela recusou, alegando que tinha noivo.
Veio a primeira fase do vestibular para a USP (realizado pela FUVEST) e, como ocorrera nos anos anteriores, eu passei com larga margem de folga. O duro seria a segunda fase, já que nos dois anos anteriores eu tinha sido reprovado na segundo fase.
Mas na minha terceira tentativa
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Informações a respeito deste Blog
Para ver o índice do livro, com links para os capítulos 1 a 17, 21 e 22:
http://oficialdejustica19anos.blogspot.com/2010/06/indice-do-livro-com-os-capitulos-finais.html
Para ver a nota do autor (inclusive com os comentários da minha mãe a respeito do vocabulário utilizado...), que explica a perspectiva do livro:
http://oficialdejustica19anos.blogspot.com/2010/01/advertencia-ao-leitor.html
Para ver Capítulo 18:
http://oficialdejustica19anos.blogspot.com/2010/08/capitulo-xviii-dando-carteirada-como.html
Os capítulos 19 e 20 serão disponibilizados oportunamente.
http://oficialdejustica19anos.blogspot.com/2010/06/indice-do-livro-com-os-capitulos-finais.html
Para ver a nota do autor (inclusive com os comentários da minha mãe a respeito do vocabulário utilizado...), que explica a perspectiva do livro:
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Os capítulos 19 e 20 serão disponibilizados oportunamente.
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
Capítulo XVIII- Dando “carteirada” como Oficial de Justiça
Um rapaz saindo da adolescência, algum dinheiro e uma carteira de Oficial de Justiça é, seguramente, uma combinação explosiva.
Quando estava prestes a assumir o cargo de Oficial de Justiça, estava ansioso para receber a tal carteira de couro, com o brasão do Estado de metal, para poder dar “carteirada” bancando a “autoridade”...
No dia da posse, recebi uma cédula funcional de merda. Foi aí que o funcionário me explicou que as tais carteiras de couro eram compradas (!) pelos oficiais de justiça de uma empresa particular.
Logo nos meus primeiros dias de trabalho eu comprei a tal carteira.
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Quando estava prestes a assumir o cargo de Oficial de Justiça, estava ansioso para receber a tal carteira de couro, com o brasão do Estado de metal, para poder dar “carteirada” bancando a “autoridade”...
No dia da posse, recebi uma cédula funcional de merda. Foi aí que o funcionário me explicou que as tais carteiras de couro eram compradas (!) pelos oficiais de justiça de uma empresa particular.
Logo nos meus primeiros dias de trabalho eu comprei a tal carteira.
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Capítulo XVII - A parte boa de São Paulo
A concessão do reajuste de 150% mencionada no Capítulo __ foi determinante para que minha vida mudasse para melhor. Naquela época eu era um sujeito bastante econômico, poupava quase tudo que ganhava, e estava com um dinheirinho guardado. Quando os 150% começaram a ser pagos, minha capacidade de poupança aumentou muito, exatamente porque minhas despesas continuaram as mesmas, mas a receita aumentou significativamente.
Aí a coisa ficou diferente. Eu comecei a ver que não precisaria levar a vida espartana que levava e passei (para os padrões da época) a gastar dinheiro. Mas ainda assim eu era muito comedido e ponderado. Não era, evidentemente, o perdulário que sou hoje...
Na verdade, eu ainda tinha uma certa rigidez em matéria de dinheiro. Um episódio emblemático revela isso, especialmente quando comparo com a mudança no meu comportamento que ocorreu depois.
Por uma estranha coincidência,
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Aí a coisa ficou diferente. Eu comecei a ver que não precisaria levar a vida espartana que levava e passei (para os padrões da época) a gastar dinheiro. Mas ainda assim eu era muito comedido e ponderado. Não era, evidentemente, o perdulário que sou hoje...
Na verdade, eu ainda tinha uma certa rigidez em matéria de dinheiro. Um episódio emblemático revela isso, especialmente quando comparo com a mudança no meu comportamento que ocorreu depois.
Por uma estranha coincidência,
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